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Metallica dá boas vindas a Guitar Hero

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Reuters
Metallica dá boas vindas a Guitar Hero
Metallica vê em Guitar Hero oportunidade de chegar a público mais jovem


“Dexter” em breve ganhará jogo para iPhones/iPods touch

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Dexter ganhasse alguma relação maior com a Apple. Dito e feito: a série em breve se transformará num jogo para iPhones/iPods touch.

Já foi liberado um trailer do game (confira abaixo) — que não mostra muito, é verdade, mas já aumenta a expectativa. Ele supostamente será controlado tanto via o acelerômetro dos gadgets quanto por um joystick virtual localizado no canto inferior direito da tela.

Para os fãs da série de serial killing, deverá ser um prato cheio poder encarnar no seu personagem principal e passar o tempo consumindo um pouco mais de bateria do iPhone/iPod touch. :-P Só falta saber exatamente quando ele chegará à App Store e por quanto sairá.


Vans SK8 levará um jogo de skate de verdade para o iPhone

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Você se lembra do jogo Touchgrind, né? Pois bem, a Illusion Labs o lançou em novembro passado como “primeiro jogo de skateboarding multi-touch de verdade do mundo”, porém trata-se de uma versão virtual de skate _de dedo_.

O que muitos esperam, porém, é uma espécie de Tony Hawk’s Pro Skater para iPhones/iPods touch, que até hoje não existe. Mas isso deixará de ser verdade ainda este mês, com o Vans SK8: Pool Service, da Fuel Games. :-)

Se você é fã desse tipo de game, prepare os seus dedos: o Vans SK8 virá com 10 modos de jogo, 13 truques diferentes, opções de várias pranchas/rodas e a possibilidade de se brincar como Bucky Lasek ou Omar Hassan, dois dos skatistas profissionais mais famosos do mundo. Estamos aguardando. ;-)



Sequência de 'Poderoso chefão' chega aos videogames em abril

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EA confirmou lançamento de 'Godfather II' para Xbox 360, PS3 e PC. Jogador assume papel de 'chefão' da família Corleone.


Foto: Divulgação/Electronic Arts

'Godfather II', sequência do jogo original lançado em 2006, chegará ao mercado americano em 7 de abril, anunciou a produtora Electronic Arts.

Foto: Divulgação/Electronic Arts

No game, você vive uma história paralela à contada na trilogia do cineasta Francis Ford Coppola. O jogador é obrigado a assumir o papel de 'Don', o chefão da máfia, para a família Corleone.

Foto: Divulgação/Electronic Arts

'Godfather II' será lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e PC.


Konami divulga novas screenshots de Metal Gear Solid Touch e promete lançamento para este mês

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Metal Gear Solid Touch no iPhoneA expectativa é grande: depois de anunciado, o Metal Gear Solid Touch já foi tema de outro artigo com mais detalhes e screenshots, e esta semana ele é de novo. A Konami Mobile liberou novas screenshots do jogo, um trailer oficial e garantiu que ele sai ainda em março.

O MGS4 para iPhones/iPods touch contará com uma “Edição Avançada” especial contendo os 12 primeiros níveis do jogo.

Seu lançamento final, porém, trará mais oito fases e será disponibilizado gratuitamente para quem já tiver comprado a primeira versão.

Confira algumas screenshots abaixo:

Metal Gear Solid Touch no iPhone Metal Gear Solid Touch no iPhone
Metal Gear Solid Touch no iPhone Metal Gear Solid Touch no iPhone

Gostou? Tem mais aqui.


Veja as primeiras telas do novo 'Need for speed: shift'

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'Shift' é um simulador de corridas com máquinas de luxo.

Produtora anunciou que vai repartir a série 'NFS' em 3 novos jogos.

Foto: Divulgação

Produtora Electronic Arts divulga as primeiras imagens do jogo de corrida 'Need for speed: shift'.

Foto: Divulgação

Game será o primeiro a ser lançado após a reformulação da série 'Need for speed', que será dividida em três áreas. 'Shift' será o representante nas simulações de corrida de turismo.

Foto: Divulgação

No novo 'NFS', carros de luxo de marcas como Porsche, BMW e Audi vão competir em circuitos e provas de rua.

Foto: Divulgação

'Need for speed: shift' sai no outono americano - no segundo semestre - para os sistemas Xbox 360, PlayStation 3, PC e nd PSP.


Excesso de PlayStation pode causar problema de pele, diz estudo

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Protuberâncias dolorosas podem aparecer nas mãos dos jogadores.
Estudo foi divulgado em publicação britânica de dermatologia.

Estudo se baseia em uma jogadora do PlayStation, que apresentou problemas.

Fãs de videogames, tomem cuidado: segurar o controle com muita força e apertar furiosamente os botões pode causar um problema de pele recentemente descoberto, no qual os pacientes adquirem dolorosas protuberâncias na palma das mãos, disseram cientistas suíços na terça-feira (24).

Chamada de "hidradentite palmar do PlayStation", a doença pode gerar lesões dolorosas nas palmas das mãos, similares às encontradas nas solas dos pés de crianças, depois de intensa atividade física.

"O agarrar forte e contínuo dos controles, aliado ao repetido apertar dos botões, produz traumas pequenos, mas contínuos, à superfície da palma das mãos", disse Vincent Piguet e colegas da Escola de Medicina e Hospitais de Genebra. O artigo deles foi publicado em um periódico britânico de dermatologia.

Um porta-voz da Sony, que fabrica o PlayStation, ressaltou que o estudo só avaliou uma pessoa e que a empresa vendeu centenas de milhões de consoles, desde que o produto foi introduzido no mercado, em 1995.

"Quaisquer atividades de lazer podem ter más consequências, caso não sigam o bom senso e conselhos de saúde, o que pode ser encontrado nos nossos manuais de instruções", disse David Wilson, porta-voz da Sony. "Não queremos diminuir essa pesquisa e vamos estudar seus resultados com interesse, mas esta é a primeira vez que ouvimos falar de uma reclamação desta natureza", acrescentou.

Paciente

O estudo descreve o caso de uma menina de 12 anos que foi ao hospital de Genebra, reclamando de dor intensa nas mãos, o que teria começado um mês antes. Ela não tinha lesões em nenhuma outra parte do corpo.

Depois de a questionarem, os médicos descobriram que, vários dias antes da aparição das lesões, ela começou a jogar PlayStation várias horas por dia. Os médicos recomendaram à menina parar de jogar -- e ela se recuperou completamente depois de dez dias.


Jogar Playstation demais pode causar protuberâncias nas mãos

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Para porta-voz da Sony, estudo só avaliou uma pessoa.
Doença pode gerar lesões dolorosas nas palmas das mãos.

Fãs de videogames, tomem cuidado: segurar o controle com muita força e apertar furiosamente os botões pode causar um problema de pele recentemente descoberto, no qual os pacientes adquirem dolorosas protuberâncias na palma das mãos, disseram cientistas suíços na terça-feira (24).


Chamada de "hidradentite palmar do Playstation", a doença pode gerar lesões dolorosas nas palmas das mãos, similares às encontradas nas solas dos pés de crianças, depois de intensa atividade física.


"O agarrar forte e contínuo dos controles, aliado ao repetido apertar dos botões, produz traumas pequenos, mas contínuos, à superfície da palma das mãos", disse Vincent Piguet e colegas da Escola de Medicina e Hospitais de Genebra, cujo artigo foi publicado em um periódico britânico de dematologia.


Um porta-voz da Sony Corp., que fabrica o Playstation, ressaltou que o estudo só avaliou uma pessoa e que a empresa vendeu centenas de milhões de consoles, desde que o produto foi introduzido no mercado, em 1995.


"Quaisquer atividades de lazer podem ter más consequências, caso não sigam o bom senso e conselhos de saúde, o que pode ser encontrado nos nossos manuais de instruções", disse David Wilson, porta-voz da Sony.


"Não queremos diminuir esta pesquisa e vamos estudar seus resultados com interesse, mas esta é a primeira vez que ouvimos falar de uma reclamação desta natureza", acrescentou.


O estudo descreve o caso de uma menina de 12 anos que foi ao hospital de Genebra, reclamando de dor intensa nas mãos, o que teria começado um mês antes. Ela não tinha lesões em nenhuma outra parte do corpo.


Depois de a questionarem, os médicos descobriram que, vários dias antes da aparição das lesões, ela começou a jogar Playstation várias horas por dia.


Os médicos recomendaram à menina parar de jogar --e ela se recuyperou completamente depois de 10 dias.


Guinness escolhe 'Super Mario Kart' como o jogo mais influente da história

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Veja lista completa dos 50 jogos e opine: qual game é o mais importante?Jogo para SNES ficou à frente do clássico 'Tetris' e de 'Grand Theft Auto'.

A série 'Mario Kart', representada pelo título 'Super Mario Kart' para SNES, tem a maior influência sobre os jogos do futuro e deve ser considerada a mais importante da história dos videogames. Pelo menos é o que acreditam os editores do livro Guinness dos recordes, que compilaram uma lista dos 50 jogos mais influentes de todos os tempos. Você concorda ou discorda? Deixe sua opinião na área de comentários do G1.

Foto: Divulgação

Aventuras de Mario e companhia sobre quatro rodas fazem o jogo mais influente da história, segundo o 'Guinness'. (Foto: Divulgação)

Confira a lista completa:

1. Super Mario Kart
2. Tetris
3. Grand Theft Auto
4. Super Mario World
5. Zelda Ocarina of Time
6. Halo
7. Resident Evil IV
8. Final Fantasy XII
9. Street Fighter II
10. GoldenEye
11. Super Mario 64
12. Tomb Raider
13. Metal Gear Solid
14. Call of Duty 4
15. Sonic the Hedgehog 2
16. GTA San Andreas
17. Super Mario Bros
18. Zelda: A Link to the Past
19. Gran Turismo
20. Final Fantasy VII
21. Pro Evolution Soccer 4
22. The Orange Box
23. Lego Star Wars Complete Saga
24. Tekken 2
25. Wii Sports
26. Pokemon Red/Blue
27. Guitar Hero
28. Project Gotham Racing 4
29. Super Mario Galaxy
30. Resident Evil
31. Ico
32. Chrono Trigger
33. Gunstar Heroes
34. Soul Calibur
35. Advance Wars
36. Ridge Racer
37. Super Metroid
38. Castlevania: Symphony of the Night
39. GTA Vice City
40. BioShock
41. Star Wars: Knights of the Old Republic
42. The Legend of Zelda: Link's Awakening
43. God of War
44. Sega Rally Championship
45. Starfox 64
46. Elder Scrolls IV: Oblivion
47. WarioWare Inc
48. Saturn Bomberman
49. Crash Bandicoot
50. Outrun 2


Sony pretende levar games clássicos para o PSP

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Empresa estaria conversando com distribuidoras para a publicação de jogos antigos no portátil.

http://pspmedia.ign.com/psp/image/article/803/803439/e3-2007-psp-redesign-unveiled-20070713104546286.jpg

A Sony está conversando com distribuidoras de games para fortalecer o catálogo de seu portátil PSP com a inclusão de games clássicos, noticiou o blog MTV Multiplayer.

John Keller, responsável pelo marketing do PlayStation nos Estados Unidos, comentou ao site que a idéia da empresa é não se limitar aos jogos de sua própria plataforma. “O PSOne está incluso, mas tudo está na mesa”, comentou o executivo acrescentando que outras medidas estão sendo tomadas para fortalecer o download de títulos para o aparelho.

De acordo com o site VideoGamer.com, estúdios internos da Sony estão se preparando para o lançamento de games para o portátil que serão vendidos exclusivamente via downloads, gerando um fluxo de títulos de PSP na rede PSN semelhante ao que já existe para o console PS3.

O aproveitamento de catálogo antigo de software para novos videogames não é novidade, mas a idéia de incluir games de outras plataformas no portátil é interessante. O Virtual Console, do Nintendo Wii, por exemplo, permite rodar games que fizeram história em múltiplas plataformas, inclusive de antigas rivais como a Sega.

Caso a Sony consiga resolver os aspectos técnicos e comerciais, será um aliado importante na batalha contra o seu maior concorrente, o DSi, da Nintendo.


Fã de Beatles e Rock Band? Setembro será o SEU mês

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Anuncio a que os Beatles aterrissarão no mundo digital pela primeira vez através da bem-sucedida série Rock Band, uma cópia descarada alternativa da Harmonix ao popular Guitar Hero, da RedOctane. Se você for um fã dos Reis do Iê-iê-iê, pode se segurar na cadeira, pois, segundo a página oficial do jogo, o grande dia será…

05-rock-band-beatles

Só que não trata-se de um jogo, apenas: incluídas num pacote Limited Edition Premium — por US$250 (para PlayStation 3, Xbox 360 e Nintendo Wii), o “vi-ai-pi” do VIP — haverá instrumentos modelados com base nos usados por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr ao longo de suas carreiras. Já pensou, você e seus amigos arrepiando com equipamentos cheios de estilo? As guitarras, pelo menos, poderão ser adquiridas separadamente, por US$100 cada. Quer mais? Há quem diga que haverá cenários marcantes da história do quarteto de Liverpool, como a Hamburg Cavern Club, onde os quatro jovens começaram, ou o jardim dos polvos.

O pessoal da MTV Games — parceira da Harmonix nesta empreitada — declarou, ainda, que esta será uma “experiência de jogo adaptada, única e dedicada” — mas ainda assim mantendo a compatibilidade com todos os equipamentos para Rock Band, o que permitirá que compre-se somente o jogo, por US$60. A possibilidade de conseguir músicas via importação ou a disponibilidade de DLC ainda não estão sendo comentadas, mas quem garantir sua cópia numa pré-compra que será aberta nos próximos meses poderá faturar conteúdo exclusivo desenvolvido em parceria com a Apple Corps, gravadora dos Beatles.

Agora é mandar a ansiedade ficar quieta no canto e esperar pra ver o que a Harmonix trará em setembro — como é o mesmo mês em que costumam-se anunciar coisas a respeito da linha musical da nossa Apple, quem sabe vejamos até lá as duas Maçãs finalmente se entenderem…


Motos, gangues e rock clássico tomam conta do 'novo' GTA IV

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Max Cavalera e Iggy Pop fazem participações especiais como DJs.
Pacote 'Lost and damned' é expansão exclusiva para o Xbox 360.

Johnny Klebitz é o protagonista de 'Lost and damned', expansão de 'GTA IV' para Xbox 360 (Foto: Divulgação)

Nos 10 primeiros minutos de “GTA IV”, o imigrante europeu chegava de navio aos EUA para “conquistar seus sonhos”. Nos 5 primeiros minutos de “Lost and damned”, o líder de um clube de motoqueiros sai da clínica de reabilitação para dependentes químicos, toma uma garrafa de tequila e pergunta “cadê minha moto?”. Seja bem-vindo, portanto, ao novo capítulo de “GTA IV” no Xbox 360: temas fortes, missões curtas, novos personagens, trilha rock'n'roll e uma bela homenagem ao estilo de vida motoqueiro.

Veja galeria de fotos do jogo

O protagonista de “Lost and damned” é Johnny Kleibitz, vice-presidente dos “Lost”, clube de motoqueiros que vai se transformando em gangue criminosa a cada moto roubada. Enquanto a nova rádio de Liberty City toca Deep Purple (“Highway star”, em um programa apresentado por Iggy Pop, ele mesmo), Johnny vai com os “irmãos” até a clínica de reabilitação. Eles pegam Billy Grey, o presidente, e voltam para a sede do clube. Pelos próximos cinco minutos você só consegue pensar em comprar uma Harley Davidson.


A mecânica de pilotagem de motos foi aprimorada em “Lost”, pacote de expansão para “GTA IV” vendido por 1600 Microsoft Points (cerca de US$ 19,90) via download. Isso torna a expansão mais saborosa e garante uma nova experiência na incrível metrópole de Liberty City. Teoricamente, é apenas uma lista de “coisas novas”: mais personagens, missões, músicas, armas, carros, motos, sites de internet, modos de jogo multiplayer e, claro, a nova temporada do programa de TV “Republican space rangers”. Na prática, é uma aventura emocionante e que proporciona uma nova experiência na cidade que tantas semelhanças tem com o mundo real.

Agora sobre duas rodas


É impossível não se lembrar de “Full throttle”, adventure da fábrica de sonhos LucasArts lançado em 1995. A camaradagem entre os motoqueiros, o espírito de união em duas rodas e as clássicas piadas de carros (ou, no caso, de motos modernas) trazem boas lembranças desde o início.

Foto: Divulgação

Johnny é vice-presidente do clube de motoqueiros Lost, embora a polícia não goste muito disso. O jogo começa quando ele vai buscar o presidente Billy na clínica de reabilitação (Foto: Divulgação)

Para um pacote de expansão, a vida útil da campanha principal é generosa. Foram cerca de 10 horas para completar as missões principais, concluir algumas optativas e chegar aos 70% do total. Ou seja: ainda restam 30% de missões alternativas, sem contar as partidas online.

Em pouco tempo você descobre as corridas pela cidade e se reencontra com uma espécie de “Road rash”, clássico de 1991 que simboliza até hoje a ramificação “delinquente” das corridas de moto. Você (Johnny) ganha um taco de beisebol e disputa corridas por circuitos improvisados em Liberty City – pode dar porrada nos adversários e somar cerca de $500 por cada vitória. Essas corridas não fazem parte da campanha principal, e podem ser disputadas quando você quiser.

As “guerras de gangue” são outra categoria de eventos paralelos, e opcionais. Vá até o ponto indicado no mapa, espere o resto da gangue chegar e siga para eliminar alguma gangue rival – os rendimentos podem passar de $ 6 mil por grupo eliminado.

Histórias que se cruzam


O protagonista Johnny K tem algo em comum com Niko Bellic, herói do “GTA IV” original. Eles não são personagens de apelo imediato, mas começam a mostrar personalidade no decorrer das missões. O vazio narrativo típico da série “GTA”, porém, dá a Johnny a profundidade psicológica de um “smiley” de MSN. Num instante ele está insatisfeito com a postura baderneira do presidente Billy, e minutos depois está seguindo a linha do chefe, gastando tiros pela rua, sem aparentar qualquer conflito.

Foto: Divulgação

Respeito e admiração mútua são temas constantes entre as gangues de motoqueiros rivais de Liberty City. A fraternidade contamina Losts, Deadbeats e Angels of Death (Foto: Divulgação)

O enredo de “The lost and damned” é bom o suficiente para criar boas situações e cruzar a história de maneira interessante com a épica campanha do “GTA IV” original. Você vai reencontrar velhos conhecidos, entender outras versões dos conflitos e até mesmo reviver algumas missões que pareciam ocupar um passado distante.

“The Lost” reúne temas pesados, o que prova, mais uma vez, que videogame é coisa de adulto – ao menos na visão dos irmãos Houser, insanos produtores da Rockstar. Policiais corruptos, consumo e tráfico de drogas ganham contornos reais em personagens viciados e até em “mulas” que chegam ao aeroporto com cocaína no estômago. Você já leu notícias assim dezenas de vezes na vida real – não venha culpar “os malditos videogames”.

Foto: Divulgação

Motoqueiros não se dão bem com artefatos de quatro rodas. Pior ainda se for amarelo (Foto: Divulgação)

Você tem o clube de motoqueiros, uma rede social estabelecida, com amigos que prestam favores, e um mapa recheado de inimigos. Tentar a sobrevivência nessa terra será sua missão principal.

Deus perdoa, os Lost, não


Max Cavalera, ex-vocalista do Sepultura, apresenta um programa de death metal na Liberty City Hardcore Rock, rádio que ganha músicas como “Dead embryonic cells” (Sepultura), “Inner sanctum” (Entombed) e “I cum blood” (Cannibal Corpse). Iggy Pop, um dos pioneiros do punk rock com os Stooges, estreia com a Liberty Rock Radio, estação preferida dos motoqueiros e que traz clássicos como “Run to the hills” (Iron Maiden), “Touch too much” (AC/DC) e “Every picture tells a story” (Rod Stewart), música que puxa os créditos finais.

A lista de novidades de “The lost” inclui também seis armas (destaque para o taco de sinuca e o lança granadas), cerca de 50 músicas, 17 motos, três carros e cinco modos de disputa em partidas online.

Foto: Divulgação

'Irmãos para sempre' é o lema dos motoqueiros do Lost Motorcycle Club. Mas, ao contrário da vida real, sempre aparece alguém disposto a ignorar o combinado (Foto: Divulgação)

No clube dos motoqueiros estão disponíveis minijogos, como queda de braço (lucro fácil), baralho (sem graça), sinuca e uma nova máquina de fliperama. A TV passa a nova temporada do desenho animado “Republican space rangers”, com 400 piadas políticas por minuto, a internet tem novidades interessantes e as casas de show apresentam novos bons humoristas de palco. O político Thomas Stubbs tem uma conta no Twitter – no mundo real. Ou seja: Liberty City ainda é o melhor lugar para morar.

Onde o sonho americano vai para morrer

“The lost and damned” é uma excelente expansão – e a primeira de um total de duas - para um dos melhores jogos de 2008. Além de trazer uma nova história, ácida, crítica e que se sustenta em bons personagens e no sedutor mundo de liberdade sobre duas rodas, as novas opções multiplayer e roupagem rock dão vida nova à Liberty City. Pena que a novidade não esteja disponível para donos de PlayStation 3 e PC – a exclusividade é da Microsoft.

E, por mais que a Rockstar saiba exatamente onde colocar um outdoor escondido com recados subliminares em uma esquina abandonada para nos fazer vibrar, a falta de habilidade narrativa de “GTA” torna-se evidente. Em “GTA IV”, o tamanho do universo ajudava a esconder esse defeito. Em “The lost”, com duração mais curta, os personagens são bonecos sem motivações, as missões têm todas o mesmo peso: esteja você comprando um cachorro-quente na praça da Estátua da Felicidade ou invadindo uma prisão para resgatar um ônibus de presos. Um mundo autêntico é indispensável, mas saber contar uma história (como na séria “Mafia”, por exemplo) é fundamental.


Resident Evil 5 vaza 10 dias antes de seu lançamento

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Uma cópia ilegal do game de horror da Capcom, Resident Evil 5, surgiu em diversos sites BitTorrent antes que o título fosse lançado oficialmente, o que deve acontecer no dia 13 de março.

De acordo com o site GamesIndustry.biz, a cópia ilegal está destravada e possui 6,71 GB, sendo a versão do game para Xbox 360.http://xbox360media.ign.com/xbox360/image/article/808/808266/resident-evil-5-20070726113940930.jpg

Vazamentos de jogos antes de seu lançamento oficial não são novidade, inclusive para a Capcom, que no ano passado viu as vendas de seu game Devil May Cry 4 para PC serem afetadas pela pirataria.

Em comentário ao site GameSpy, Chris Kramer, diretor sênior de comunicação da Capcom, afirmou que o game é o resultado do trabalho de centenas de pessoas e dezenas de milhares de horas de trabalho e lamentou que algumas pessoas não sejam capazes de respeitar isto.

Mesmo com a pirataria Resident Evil 5 deve ser um grande sucesso de vendas, uma vez que sua versão de demonstração já foi baixada mais de 4 milhões de vezes, apontou o site Afterdawn.


Os 10 piores games de todos os tempos

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1 - E.T.: The Extra-Terrestrial (Atari, 1982)
Plataforma: Atari 2600

Games ETCerca de um terço dos entrevistados chegaram com este título na ponta da língua e não é difícil identificar a razão. Não importa como seja classificado, E.T. foi um produto tenebroso que merecia ser enterrado (e ao que tudo indica o foi, tão rápido quanto seu lançamento).

Você deve se perguntar: como alguém consegue estragar o filme mais popular do ano usando o console de vídeo game número um da época? Através da combinação de planejamento pífio e otimismo desenfreado. A Warner Communications, então associada da Atari, selou o acordo para o desenvolvimento da adaptação do filme no verão de 1982, com o intuito de aproveitar a época das compras de Natal – lembrou do comercial de TV, com o E.T. vestido de Papai Noel? Não? Vamos refrescar sua memória. O resultado foi uma agenda muito apertada, que fez com que o programador Howard Scott Warshaw tivesse apenas 5 semanas para juntar as peças do jogo.

Depois disso, a empresa entrou em frenesi: com a expectativa das vendas, foram produzidos 4 milhões de cartuchos Atari.

Infelizmente para a Atari – e para quem teve a infelicidade de comprar o cartucho – o desenvolvimento às pressas ficou evidente na tela. Todos os que opinaram sobre o jogo destacaram os buracos em que o jogador, controlando o E.T., caía e podia depois levitar para sair dele, o que deixava o game pateticamente monótono. Não houve nenhum comentário sobre o fato de o game ser imprimível, exceto este: “Famosamente ruim”.

A aposta da Atari ainda não foi saldada. Menos de 40% dos cartuchos foram vendidos, o que causou um rombo financeiro que resultou na bancarrota da Atari em 1984.

A história do E.T. não termina por aí. Em 1983, diante dos milhões de jogos E.T. não vendidos, somados ao considerável inventário de cartuchos inutilizáveis, a Atari optou por uma solução inapropriada do ponto de vista ambiental: a empresa os atirou num deposito de lixo municipal em Almogordo, Novo México, onde eles foram esmagados, enterrados e cobertos com uma camada de cimento. O incidente foi relatado no New York Times e gerou protestos e leis das autoridades municipais.


2 - Super Columbine Massacre RPG (Danny Ledonne, 2005)
Plataforma: Windows
Games ColombineJogos violentos inspiram atos violentos no mundo real? Ninguém sabe ao certo. Atos violentos do mundo real inspiraram games violentos? Com certeza.

Um jogo dos mais recentes, o Super Columbine Massacre RPG (ou SCMRPG) recriou o massacre realizado pelos amigos Eric Harris e Dylan Klebold no colégio Columbine, em Littleton, Colorado, sob a perspectiva dos dois adolescentes perturbados. O conteúdo do jogo deriva das cenas de vídeo do acontecimento, do diário da dupla e cita várias figuras da mídia. O criador, Danny Ledronne, se esforçou para dar um ar de verossimilhança – apesar da parte do jogo que mostra Harris e Klebold embarcando em aventuras no outro mundo.

Assim como os desenvolvedores de JFK Reloaded, outra recriação de um assassinato histórico, o criador de SCMRPG exigiu grandes miras. Em seu website – cuja aparência ilegível de fundo preto com caracteres em azul e vermelho também é um crime – Ledonne afirma que o jogo “exige mais do seu público do que somente apertar botões e andar pela tela, ele implora introspecção”. O site ainda possui links para a cobertura da imprensa sobre o game (como a do Denver Post: “Jogo de Columbine é uma brincadeira de mau gosto”) e um fórum de discussões sobre o jogo e os verdadeiros tiros.

Se o site de Ledonne tem algum valor construtivo, é uma questão que ainda está no ar. Mas que o jogo Super Columbine Massacre RPG é pavoroso, disso não há dúvida.

3 - Custer's Revenge (Mystique, 1982)
Plataforma: Atari 2600

Games CustersNão dá pra imaginar o se passava na cabeça da Mystique: criar um jogo para adultos sob um conhecido selo pornográfico (Swedish Erótica) para uma plataforma conhecida por seus títulos de caráter familiar (o Atari 2600). Sexo, inovação e um esperançoso toque de escândalo deveriam tornar o jogo um sucesso, certo?

Bem, pelo menos não no caso do Custer’s Revenge, um game que estrelava o quase completamente nu General Custer (ele vestia somente botas e chapéu) e uma também quase completamente nua mulher nativa americana (ela trajava uma bandana com penas). Sua tarefa era guiar Custer através de uma chuva de flechas e um campo de cactos para alcançar a mulher e fazer acontecer “aquilo” que se espera de uma produção da Swedish Erotica.

O jogo não era só desnecessariamente difícil e o objetivo final questionável em diversos aspectos, mas os gráficos rudes do jogo davam a impressão se estar controlando uma versão bizarra do Lego.

Mais recentemente, alguns jogos (mais notadamente o GTA: San Andreas) levaram a questão da energia sexual mais longe do que se imaginava 24 anos atrás. Isso tanto pode como não pode ser uma coisa positiva, mas pelo menos os gráficos e a mecânica dos jogos ficaram infinitamente melhores.

4 - Daikatana (Eidos Interactive, 2000)
Plataformas: Windows, Nintendo 64, GameCube

Games DaikatanaCertos projetos ambiciosos às vezes não ganham o planejamento que merecem. Acontece. E algumas vezes se termina com um deslize na data de lançamento e o resultado não sai como esperado. Acontece, e muito.

Levando em conta alguns aspectos, o Daiktana estabeleceu um novo padrão para falhas na criação. O lendário desenvolvedor John Romero almejava chegar ao topo quando criou Doom e Quake, jogos em primeira pessoa sem precedentes na jogabilidade e no design. Quando o desenvolvimento do Daikatana começou, em 1997, a idéia era a de um jogo com 24 fases e enredo com viagens temporais, com conclusão prevista para terminar em sete meses. Os sete meses viraram três anos, um atraso notável que fez com que ocorressem mudanças no mecanismo de jogo.

No fundo, nada disso teria importado se o jogo fosse divertido. Diversas pessoas citaram esse game como sendo sua escolha para o pior de todos, sem hesitação em enfatizar sua estonteante mediocridade. Alguns inclusive ficaram consternados com a natureza estereotipada dos personagens – havia um afro-americano chamado Superfly Johnson (um dos desenvolvedores do jogo defendeu o Superfly num artigo Salon, em 2002).

Considerando a seqüência das pobres versões demos lançadas durante os estágios de produção, o resultado não deveria ser surpreendente assim. E se pensar nos 25 milhões de dólares gastos nos dois primeiros anos de desenvolvimento... Nem é preciso dizer que tudo o que restou no fim foi prejuízo.

5 - Pac-Man (Atari, 1981)
Plataforma: Atari 2600
Games pacmanNa época em que muitos dos atuais gamemaníacos estavam crescendo (o início dos anos 1980) conseguir um jogo de Atari era um desafio, isso porque o acesso à eles não era fácil como nos EUA. E quem conseguia obtê-los adquiria geralmente um título mais antigo. O Pac-Man era o jogo de arcade mais fantástico da época, e ter uma versão dele em casa era questão de necessidade, não de vontade. Esforços não foram medidos por jogadores de todo o mundo para conseguir o título o quanto antes.

E quão frustrado foi todo este esforço assim que o cartucho era ligado no console: nada no jogo se assemelhava ou soava como a versão de arcade, nem mesmo o Pac-Man tinha aquele visual de pizza com um pedaço faltando, sem contar que a sua marca registrada, o “waka waka waka” tinha vira um rangido “bonk bonk bonk”. Os fantasmas na tela iam e vinham o tempo todo devido as capacidades gráficas limitadas do 2600.

Claro, muitos jogadores se sentiam na obrigação de “fechar” o jogo mesmo depois da decepção, mas era difícil não se sentir desagradado toda vez que o jogo começava. No ano seguinte, a Atari lançou uma versão caseira (milhões de vezes melhor) do Pac-Man para os sistemas Atrai 400 e 800, mas só isso não era o suficiente para compensar o erro da versão anterior.

O Pac-Man de 1981 ainda ganha alguns pontos pela arrogância da empresa: a Atari achava que somente o fato de poder ter um jogo Pac-Man em casa era o suficiente para estimular as pessoas a comprarem o cosole 2600. Resultado,foram fabricados 12 milhões de cartuchos para abastecer os 10 milhões de consoles existentes na época.

6 - Smurf Rescue (Coleco, 1982)
Plataformas: ColecoVision, Atari 2600

Games SmurfsNos anos 80, os Smurfs reinavam nas manhãs de sábado, e os donos do Atari 2600 ficaram com inveja quando o jogo apareceu no ColecoVision. Mas quando o game também saiu para o 2600, todo mundo mudou de opinião. Quem adorava os personagens “fofos” do desenho da Hanna-Babera, não encontrava nada “fofo” no jogo. E para quem era fã do gibi, a decepção era igual.

Você controlava um Smurf numa jornada para resgatar a sua adorada Smurfette. Era preciso andar por cenários de “telas” (aparentemente o perigo não era grande, já que o ritmo do seu Smurf era vagaroso demais) desde sua vila até o castelo do Gargamel, pulando alguns obstáculos. Contudo, era preciso ser calmo como um santo para completar o jogo. Arrancar, sem querer, a ponta de uma erva daninha fazia o seu Smurf morrer instantaneamente.

Muitos especulam o que Peyo, o criador dos Smurfs, pensaria no “bônus” escondido no jogo: voltar brevemente à última tela do jogo fazia as roupas da Smurfette desaparecerem. Uma obscenidade num jogo infantil pode ser agressiva, mas não tão desagradável quanto jogar o detestável Smurf Rescue.

7 - Shaq Fu (Electronic Arts, 1994)
Plataformas: Sega Game Gear, Sega Genesis, Super Nintendo, Amiga, GameBoy

Games Shaq FuOs jogos eletrônicos têm um grande histórico de participações de celebridades, especialmente figuras esportivas, isso pelo menos desde o game Dr. J and Larry Bird Go One on One de 1984. Mas normalmente esses jogos costumam ter alguma coisa relacionada com as habilidades reais da celebridade em questão. Assim como os últimos filmes do Shaquille O'Neal o mostravam como tudo menos jogador de basquete, – ele foi um gênio em Kazamm e um superherói em Aço- Shaq Fu dava apressados sinais do esporte, mas colocava Shaq numa outra dimensão e usando de artes marciais místicas para salvar um garotinho (para quem tem dúvidas das habilidades marciais do Shaq, ainda era possível escolher um dos outros seis ou sete personagens, mas assim, o nome do jogo não teria tanta graça).

Lançado no boom dos jogos de luta, o Shaq Fu era bem parecido com o Mortal Kombat ou qualquer um dos jogos disponíveis até então. Exceto pelo fato de que o jogo ser meticuloso demais: era preciso atingir o oponente no ponto exato para causar algum dano real. Sem falar no fato de ver Shaquille O'Neal lutando com uniforme de basquete. O game ainda vinha acompanhado de um CD com o single de um álbum de rap, claro, tudo by Shaquile O’Neal.

8 - Make My Video (Digital Pictures, 1992)
Plataforma: Sega CD

Games MarkQuem já aspirou à carreira de diretor de vídeoclips deve ter jogado este game. Apresentando Mark Wahlberg (na época na alcunha de Marky Mark), Funky Bunch, Kriss Kross, C+C Music Factory e os roqueiros australianos do INXS, o game permitia a criação de vídeos usando clips embutidos e efeitos de vídeo. Mas nada de deixar a criatividade rolar solta, a visão artística ficava limitada aos clips embutidos e alguns toscos efeitos de vídeo, bem como ditar as especificações de conteúdo solicitadas no começo de cada novo ciclo.

Logicamente, há quem diga que era praticamente como ser um verdadeiro diretor de vídeos musicais, exceto pelo dinheiro e pelas festas reluzentes. O problema maior é que mesmo que algo decente fosse criado, não era possível gravar para posteridade, a não ser que o seu Sega CD fosse conectado ao videocassete.

9 - Prince of Persia: Warrior Within (Ubisoft, 2004)
Plataformas: PlayStation 2, Xbox, GameCube, Windows, Celular, PlayStation Portable (como Prince of Persia: Revelations)
Games PrinceDesde o primeiro Prince of Persia em 1989, o mundo ficou encantado com a atmosfera, história e design do jogo. Entretanto, o Prince of Persia: The Sands of Time de 2003 inaugurou o declínio da franquia.

Para aumentar o apelo do jogo, a Ubisoft optou por uma fórmula comprovada de violência, sexo e barulho. O novo, e irritante, Prince era mais ofensivo, a quantidade de sangue aumentou, as personagens femininas foram erotizadas e a trilha sonora original, que era baseada em música persa, foi substituído pelo hard rock. Veja o pertinente comentário: “o Warrior Within pegou tudo o que o Sands of Time tinha de bom e jogou no lixo”. O jogo vendeu bem, mas o aperfeiçoado sistema de combate deve ter ajudado bastante. Mas o sucesso teve seu preço: a Ubisoft perdeu muitos daqueles que ajudaram a fazer o primeiro Prince of Persia tão popular.

10 - Elf Bowling (NStorm, 2005)
Plataforma: Nintendo DS

Games ElfLembra que no fim de 1999 uma empresa chamada NStorm lançou um jogo gratuito de Windows batizado de Elf Bowling? A produtividade do mundo declinava enquanto as pessoas jogavam “só mais uma rodada”, na qual o Papai Noel lidava com uma disputa trabalhista usando seus ajudantes como pinos de boliche. Quem não se lembra de ter passado esse jogo para os colegas durante o trabalho?

E quem se lembra de ter sequer pensado no jogo novamente depois de tê-lo experimentado por uma semana, talvez um dia? (Para quem não acredita, apenas tente lembrar). Os games desaparecem depois de um tempo, isso é natural; mas 24 horas deve ser o recorde que esse game estabeleceu. Então, como diabos alguém pode pensar em lançar uma versão do jogo para DS seis anos depois que a onda dos elfos-pinos se foi?







Qual videogame comprar: Wii, Xbox 360 ou PlayStation 3?

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Certamente você já ficou em dúvida na hora de decidir qual videogame será seu fiel companheiro nas intermináveis madrugadas de sábado e domingo vida afora (se você for um nerd irrecuperável, escolha bem, pois o videogame será sua única companhia, meu caro!).

Cada um possui qualidades e características próprias: o Nintendo Wii, com seus jogos divertidos e controles com sensores de movimento; o Microsoft Xbox 360, com sua rede online; e o Sony PlayStation 3, com sua incrível capacidade gráfica e jogos complexos e intrigantes.

Neste cruel e solitário momento de decisão, o belíssimo fluxograma abaixo certamente o ajudará a escolher:

fluxograma_games

Qual eu escolheria? Por não ser um nerd irrecuperável, compraria um Sony PSP, para me distrair durante as longas horas de voo por este Brasil afora. :-)


Confira screenshot e vídeo do Need For Speed Undercover para o iPhone OS

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Bastante aguardado para lançamento na App Store (e já adiado várias vezes), Need for Speed Undercover teve algumas screenshots reveladas por um dos engenheiros da divisão móvel da Electronic Arts em sua galeria no Flickr. Apesar da demora, o jogo aparenta estar bem sólido, e novas imagens dele deverão ser publicadas no futuro.

Need for Speed Undercover para iPhone OS

Além disso, o blog Slide to Play também produziu um vídeo interessante sobre Need For Speed Undercover há um certo tempo, usando um preview obtido da própria EA em evento especial. Para quem está querendo ter uma ideia de como será o jogo na plataforma móvel da Apple, vale dar uma conferida:

Incialmente previsto para novembro, estima-se que o título será lançado na App Store daqui a algumas semanas.




Konami divulga detalhes e screenshots do jogo Metal Gear Solid Touch

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A Konami revelou ontem mais detalhes sobre o jogo Metal Gear Solid Touch, esperada versão do seu famoso título, agora para iPhones e iPods touch.

Metal Gear Solid Touch

O MGS Touch será baseado no enredo de Metal Gear Solid 4, porém, ao contrário da versão para PlayStation 3, não trará nenhum aspecto de furtividade. Os jogadores avançarão por diversos ambientes estáticos, atirando em alvos à medida que aparecerem.

Metal Gear Solid Touch

Os diferenciais aparecem a partir do momento em que a pessoa poderá aproximar (zoom) os alvos usando os seus dedos, tal como faz normalmente em fotos visualizadas nos gadgets. O app também trará mais de 40 wallpapers diferentes, que poderão ser “comprados” com Drebin Points dentro do jogo.

Metal Gear Solid Touch

O MGS Touch deverá ser lançado para a plataforma antes do meio do ano, possivelmente já nas próximas semanas.

[Via: Kotaku.]


Efeitos da crise: Midway Games, criadora do clássico Mortal Kombat, entra com pedido de falência nos EUA

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A Midway Games, desenvolvedora de jogos criadora do clássico Mortal Kombat (além de Doom 64, NHL Hitz, San Francisco Rush, Game Party, TNA iMPACT, entre outros), anunciou hoje um pedido de falência referente à sua operação, enquadrando-se no capítulo 11 do Código de Falências dos Estados Unidos.

Fatality de Mortal Kombat

De acordo com o Wall Street Journal, a empresa culpa a crise econômica mundial como principal impulso para tal, além do fato de Summer Redstone, fundador da Viacom, ter vendido sua participação na Midway Games em novembro de 2008.

A venda da parte de Redstone (87%) ao investidor Mark Thomas fez com que houvesse a perda de controle nas “notas conversíveis” da empresa, permitindo assim que acionistas pedissem seu dinheiro de volta. A Midway Games, então, avisou que não teria como pagar todos eles. Sua dívida, hoje, é de US$281 milhões.

Segundo o chefe-executivo da companhia, Matt Booty, o código do capítulo 11 dará mais tempo para a implementação de estratégias amenizadoras. Para quem não sabe, ele faz parte de uma lei norte-americana que permite um tempo de reorganização perante o estado de falência, dando uma nova chance de sobrevida a empresas.

m pedido de falência nos EUA


The Sims 3 terá versões para Mac OS X, iPhone e iPod touch; só chega em junho,…

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A Electronic Arts anunciou ainda ontem que The Sims 3 será lançado simultaneamente nas plataformas Windows, Mac OS X, iPhone/iPod touch e dispositivos móveis somente em junho de 2009, quatro meses depois do que era previsto inicialmente. O título poderá ser encontrado em prateleiras de lojas nacionais a partir de 5 de junho de 2009.

The Sims 3 é um jogo incrível que permite que você brinque com a vida, produza arte e exiba suas criações, disse Ben Bell, produtor executivo do The Sims 3.

No game, os jogadores são inspirados por possibilidades infinitas de criação, como os novos recursos de Traços de Personalidade e Desejos Duradouros que permitem que os jogadores criem Sims com personalidades e destinos reais. Os jogadores então podem levar seu Sim para a cidade, a fim de interagir com outros Sims no jogo e capturar a ação em vídeo para exibir online

A franquia The Sims é considerada a mais vendida do mundo, com uma impressionante marca de mais 100 milhões de cópias vendidas, sendo que a comunidade brasileira do jogo é a quarta maior do mundo, reunindo mais de 750 mil pessoas cadastradas.