Disponível para compra desde o início de dezembro do ano passado, o “Android Dev Phone 1” — basicamente, um G1 desbloqueado para desenvolvedores — é ótimo em muitos aspectos, mas ontem descobriu-se uma grande desvantagem: o Google não permite a compra e instalação de aplicativos pagos do Android Market. O motivo é que o modelo é extremamente aberto, o que facilitaria o acesso a arquivos internos de controle e poderia abrir portas para a pirataria generalizada. O problema não é ele ser desbloqueado, mas sim o nível de acesso root disponível no seu sistema. A flexibilidade é tanta que alguém poderia agir de má fé, fazendo uma cópia dos arquivos de um programa, “desistindo” de uma compra para receber o dinheiro de volta, e depois reinstalando-o no aparelho sem que o Google saiba. Como sempre, limitar esse tipo de coisa é pedir para que comece uma nova briga de gato e rato, afinal, o G1 desbloqueado não sai por menos de US$400 e impedir o seu uso total certamente não agradará nem um pouco aos desenvolvedores. Vindo de uma empresa que promove abertura e transparência toda hora, espera-se que ela volte atrás da decisão logo. A determinação foi aplicada recentemente nos termos de uso do Android, segundo a Macworld.
Postado por Victor Hugo Mendonça. às 10:29
Conexão Microsoft Windows e Google Chrome
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Um prato cheio para os teóricos da conspiração...
Resto do Post
Postado por Victor Hugo Mendonça. às 12:34
Pesquisadores encontram cidade perdida da Atlântida no Google Earth 5.0
Marcadores: Google, Informações 0 comentáriosDesde os tempos de Platão, a cidade perdida da Atlântida (aka Atlantis) cativou a imaginação de muitos. Mas será que a tecnologia moderna pode transformar algo mitológico em real? Um engenheiro aeronáutico britânico acredita que sim. Brincando com a nova versão do Google Earth, ele encontrou o que podem ser ruínas de uma cidade no meio do mar:
De acordo com o Google, as marcas foram criadas pelo barco que coleta dados enviando ondas sonoras para o “chão” do oceano. “Isso não é a Atlântida, é apenas o caminho do barco”, afirmou um porta-voz da firma de Mountain View.
Caso você queira conferir a descoberta com seus próprios olhos, aponte o Google Earth para as coordenadas 31 15′15.53N, 24 15′30.53W (link para o Google Maps) — só por curiosidade, estamos a cerca de 1.000km do Marrocos, perto das Ilhas Canárias — e ajuste o zoom até que a imagem acima apareça. E aí, o que você acha? :-)
[Via: The Sun.]
Postado por Victor Hugo Mendonça. às 12:30
Confira a primeira screenshot do Google Chrome para Mac
Marcadores: Google, Informações, Mac 0 comentários Já se passaram cerca de cinco meses desde o lançamento do Google Chrome para Windows e o que não faltam, desde então, são pessoas clamando por versões para Mac e Linux. O trabalho de conversão para as duas outras plataformas começou rapidamente, portanto não deve demorar muito para que possamos colocar as nossas mãos no navegador do Google rodando em computadores da Maçã.
Como estamos falando de um projeto de código aberto, há páginas como esta no site de desenvolvimento do Chromium que indicam o estado das coisas. Lá, você pode conferir os recursos que ainda precisam ser implementados.
Mike Pinkerton, um dos desenvolvedores que trabalha na versão do Chrome para Mac, liberou na semana passada mais detalhes sobre o andar das coisas em Mountain View. Nos últimos dias, eles se dedicaram ao sistema de renderização de páginas do browser, que deve funcionar e ser chamado independentemente por abas, tal como na versão para Windows. Segundo ele, a tarefa foi finalizada um dia antes do previsto e já funciona muito bem, podendo ser acompanhada inclusive pelo Activity Monitor do Mac OS X.
É claro que ainda há trabalhos a serem feitos na interface, mas eis a primeira screenshot do Google Chrome para Mac:
Como toda primeira versão de um navegador em desenvolvimento, ele ainda está bem simples e cru, mas pelo menos acompanha o visual da versão para PCs, ainda que consiga se integrar bem à interface do Mac OS X. Se é pra dar uma opinião inicial, eu gostei. E que não demore! ;-)
[Via: Google Operating System.]
Postado por Victor Hugo Mendonça. às 10:45
Harvard diz que fazer buscas no Google é ruim para o meio ambiente
Marcadores: Google, Informações 0 comentáriosDe acordo com uma pesquisa conduzida na renomada Universidade de Harvard, a cada duas buscas executadas no gigante das buscas é produzida a mesma quantidade de dióxido de carbono equivalente à suficiente para uma chaleira ferver. O Google se apressou em responder a publicação desta informação.
O estudo, que foi conduzido pelo Dr. Alex Wissner-Gross, defende que as buscas não são tão “ecologicamente corretas” como imaginávamos. De fato, acredita-se que, em média, uma busca no site produza por volta de sete gramas de carbono devido à energia utilizada em cada pesquisa — tanto nos computadores dos usuários quanto nos múltiplos servidores dos data centers da empresa de Mountain View.
Sendo o Google o mecanismo de busca dominante, estima-se que mais que 200 milhões de buscas sejam efetuadas por dia, o que torna a preocupação do estudo importante. Embora a empresa diga que esteja à frente da computação “verde” e tenha os data centers mais eficientes no quesito, manter em segredo a quantidade de energia consumida e a emissão de carbono associada não lhe adiciona pontos a favor.
A forma como o processo de uma busca é executado nos servidores não ajuda muito, pois cada requisição é enviada a diversos servidores ao mesmo tempo e a infraestrutura retorna com os resultados que foram produzidos mais rápido. Isso significa que as informações podem ter vindo dos servidores sediados nos Estados Unidos, Europa, Japão ou China. Se isso minimiza a latência da resposta por um lado, aumenta o consumo de energia por outro.
Para os curiosos a respeito das credenciais do Alex Wissner-Gross, ele foi uma das últimas pessoas na história do MIT a receber uma tripla titulação acadêmica.
[Via: Times Online.]
Postado por [ADM] Hugo às 15:37